sexta-feira, 18 de novembro de 2022
sexta-feira, 24 de abril de 2020
Simulação Eletricidade Estática
Olá!!!!
Quero mostrar esta simulação bem interessante sobre Eletricidade Estática, chamada John Travoltage.
https://phet.colorado.edu/sims/html/john-travoltage/latest/john-travoltage_pt_BR.html Para melhor experiência pelo smartphone, clique no link acima.
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segunda-feira, 19 de março de 2018
Material para a aula do dia 20/03 - "Explorando o Espectro Sonoro"
O som é produzido ao criarmos algum tipo de mecanismo que altere a
pressão do ar em nossa volta. Na verdade, para a produção do som, é mais
importante a velocidade com que a pressão varia do que o seu valor absoluto.
Por essa razão é que um balão cheio de ar não faz praticamente nenhum barulho
ao deixarmos o ar sair de dentro dele naturalmente. Por outro lado, se o balão
estourar (e o ar sair todo de uma vez), existe uma variação enorme da pressão e
um ruído alto é produzido. Podemos então dizer que o som é produzido ao
colocarmos uma quantidade (massa) de ar em movimento. É a variação da pressão
sobre a massa de ar que causa os diferentes sons, dentre eles os que são combinados
para criar a música. [1] O som possui algumas características intrínsecas que
chamamos de qualidades fisiológicas do som. São elas altura, intensidade e
timbre. A altura, se refere à frequência com que essas oscilações ocorrem.
Quanto maior o número de oscilações por unidade de tempo, ou, de forma mais
simples, quanto maior a frequência, mais alto (agudo) é o som. Em
contrapartida, o som será mais baixo (grave) quanto menor for sua
frequência. Interessante é o fato de que
o ser humano apenas consegue perceber (e, por consequência, distinguir) sons de
frequências entre 20 Hz e 20000 Hz, por maior que sejam suas respectivas
intensidades. Sons de frequência abaixo do limite inferior e acima do limite superior
são, respectivamente, chamados infrassons e ultrassons. [2] A intensidade I de uma onda sonora em uma superfície é
a taxa média por unidade de área com a qual a energia contida na onda atravessa
a superfície ou é absorvida pela superfície. Matematicamente é
, onde P é a taxa de variação com
o tempo da transferência de energia (potência) da onda sonora e A é a área da
superfície que intercepta o som.[3] A intensidade é medida em watt/metro². O
ouvido humano reage a intensidades que abrangem uma faixa enorme desde 10-12
W/m² (o limiar da audição) até mais de 1 W/m² (limiar da dor). Como estas
faixas de valores é muito grande, utilizam–se escalas de potências de 10 para
as intensidades, em que a intensidade dificilmente audível de 10-12
W/m² é tomada como a intensidade de referência e é chamada de 0 bel. Um som com
intensidade dez vezes maior (10-11 W/m²) tem intensidade de 1 bel ou
10 decibels. Um som de 2 bels ou 20 decibels (10-10 W/m²) é 100
vezes maior que o limiar da audição. [4] Dois sons de mesma intensidade e
altura ainda podem diferir por outra qualidade que chamamos de timbre do som.
Assim, nosso ouvido distingue claramente a diferença entre a mesma nota lá
emitida por um piano, violino, flauta ou pela voz humano, por exemplo. O timbre
representa uma espécie de “coloração” do som.[5]
A maior parte dos sons que escutamos são ruídos. O ruído corresponde a
uma vibração irregular do tímpano produzida por alguma vibração irregular em
sua vizinhança, uma confusão de comprimentos de ondas e amplitudes. A música é
a arte do som e tem características diferentes. O som musical tem
características próprias, possuído tons periódicas – ou notas musicais.[4] As
notas musicais correspondem a sons com certas frequências bem determinadas
obedecendo a convenções estabelecidas historicamente. A razão entre as notas
musicais de frequências f1 e f2 é chamado de intervalo. O
caso particular em que f2 = 2f1 dizemos que é um
intervalo de oitava e os dois sons são percebidos como mesma nota em alturas
diferentes. A tabela abaixo dá os intervalos fn/f1 entre
dó e as demais notas na escala diatônica maior natural, entre cada duas notas
consecutivas.
Nota
|
Dó
|
Ré
|
Mi
|
Fá
|
Sol
|
Lá
|
Si
|
Dó
|
fn/f1
|
1
|
9/8
|
5/4
|
4/3
|
3/2
|
5/3
|
15/8
|
2
|
Por exemplo, a frequência da nota musical Dó (dó uníssono) é 132,00 Hz.
Aplicando os intervalos acima, podemos escrever a escala conhecida como Dó
Maior
Nota
|
Dó
|
Ré
|
Mi
|
Fá
|
Sol
|
Lá
|
Si
|
Dó
|
F (Hz)
|
132,00
|
148,5
|
165
|
176
|
198
|
220
|
247,5
|
264
|
Os sons musicais são produzidos por dispositivos denominados
instrumentos musicais, que podem ser classificados como instrumentos de corda,
sopro ou percussão.
Nos instrumentos de cordas, o som é
produzido pela vibração de uma corda, quando esta é friccionada ou percutida.
Como as cordas são muito finas, deslocam pequenas quantidades de ar que provoca
um som emitido de baixa intensidade. Então esta vibração é geralmente
amplificada, acoplando as cordas às chamadas caixas de ressonância. Exemplos
deste tipo de instrumentos são o violão, o violino, a viola, a guitarra ou o
contrabaixo. A qualidade sonora destes instrumentos depende da combinação entre
as cordas utilizadas e a caixa de ressonância que na maioria das vezes é feita
em madeira. [6]
Uma dada corda pode oscilar de diversas
formas, conforme a imagem abaixo:
![]() |
||||
|
||||
·
Em [a], dizemos que a corda está vibrando em seu
1º harmônico, e a frequência de vibração correspondente é denominada frequência
fundamental f.
·
Em [b], a corda está vibrando em seu 2º
harmônico, e sua frequência de vibração é 2f.
·
Em [c], a corda vibra em seu 3º harmônico, e sua
frequência é 3f.
Observando a figura 1, vemos que em [a],
quando a corda está vibrando em sua frequência fundamental, seu comprimento L
corresponde à metade do comprimento de onda (λ/2) estabelecida na corda.
Portanto λ = 2L. Sendo
, logo
(1)
A frequência do som emitido pela corda depende da velocidade v de propagação da
onda na corda e de seu comprimento L. O valor de v pode ser obtido pela Lei
Taylor:
(2),
onde T é a força com que a corda é tracionada e µ é a massa por unidade de
comprimento da corda, denominada densidade linear da corda. Combinando as
expressões (1) e (2), podemos expressar a frequência do som emitido por pela
corda em vibração da seguinte maneira:
.
(3)
sexta-feira, 9 de março de 2018
domingo, 25 de fevereiro de 2018
Equilíbrio de um corpo extenso.
Equilíbrio Estático de um corpo extenso
Borges e Nicolau
Fonte: http://osfundamentosdafisica.blogspot.com.br/2016/12/cursos-do-blog-mecanica_12.html
Uma barra homogênea de comprimento 4 m e de peso P = 12 N está apoiada nos pontos A e B, conforme a figura.
Vamos determinar as intensidades das forças FA e FB que os apoios exercem na barra. Na figura, a seguir, estãoBrepresentadas as forças que agem na barra. Note que o peso P está aplicado no centro geométrico da barra poisBela é homogênea.
Podemos impor que a força resultante é nula, ou seja:
FA + FB = P => FA + FB = 12 (1)
A condição força resultante nula deve ser imposta para que a barra não sofra translação. Entretanto, a barra pode girar. Tome, por exemplo, o ponto de apoio B como referência. A força FA tende a girar a barra em torno de B, no sentido horário e o peso P tende a girar a barra em torno de B, no sentido anti-horário.
A grandeza que mede a eficiência de uma força em produzir rotação chama-se momento de força (ou torque) e é dada pelo produto da intensidade da força pela distância do ponto considerado (no caso o ponto B) até a linha de ação da força. Para que a barra não gire impomos que o momento de FA em torno de B (no sentido horário) deve ser igual ao momento de P em torno de B (no sentido anti-horário).
MFA = MP => P.d - FA.dA = 0 => FA.3 - 12.1 = 0 => FA = 4 N.
De (1) resulta: FB = 8 N
Resumindo: para o equilíbrio de um corpo extenso devemos impor:
1º) Equilíbrio de Translação:
Força resultante nula. Esta condição é imposta considerando a soma das intensidades das forças para cima igual à soma das intensidades das forças para baixo. E a soma das intensidades das forças para a direita igual à soma das intensidades das forças para a esquerda.
2º) Equilíbrio de rotação:
Neste caso, escolhemos um ponto e impomos que a soma dos momentos das forças que tendem a produzir rotação no sentido horário é igual à soma dos momentos das forças que tendem a produzir rotação no sentido anti-horário
Borges e Nicolau
Fonte: http://osfundamentosdafisica.blogspot.com.br/2016/12/cursos-do-blog-mecanica_12.html
Uma barra homogênea de comprimento 4 m e de peso P = 12 N está apoiada nos pontos A e B, conforme a figura.
Vamos determinar as intensidades das forças FA e FB que os apoios exercem na barra. Na figura, a seguir, estãoBrepresentadas as forças que agem na barra. Note que o peso P está aplicado no centro geométrico da barra poisBela é homogênea.
Podemos impor que a força resultante é nula, ou seja:
FA + FB = P => FA + FB = 12 (1)
A condição força resultante nula deve ser imposta para que a barra não sofra translação. Entretanto, a barra pode girar. Tome, por exemplo, o ponto de apoio B como referência. A força FA tende a girar a barra em torno de B, no sentido horário e o peso P tende a girar a barra em torno de B, no sentido anti-horário.
A grandeza que mede a eficiência de uma força em produzir rotação chama-se momento de força (ou torque) e é dada pelo produto da intensidade da força pela distância do ponto considerado (no caso o ponto B) até a linha de ação da força. Para que a barra não gire impomos que o momento de FA em torno de B (no sentido horário) deve ser igual ao momento de P em torno de B (no sentido anti-horário).
MFA = MP => P.d - FA.dA = 0 => FA.3 - 12.1 = 0 => FA = 4 N.
De (1) resulta: FB = 8 N
Resumindo: para o equilíbrio de um corpo extenso devemos impor:
1º) Equilíbrio de Translação:
Força resultante nula. Esta condição é imposta considerando a soma das intensidades das forças para cima igual à soma das intensidades das forças para baixo. E a soma das intensidades das forças para a direita igual à soma das intensidades das forças para a esquerda.
2º) Equilíbrio de rotação:
Neste caso, escolhemos um ponto e impomos que a soma dos momentos das forças que tendem a produzir rotação no sentido horário é igual à soma dos momentos das forças que tendem a produzir rotação no sentido anti-horário
domingo, 24 de setembro de 2017
Ciências - 8º ano
Clique nos links abaixo para acesso aos slides das aulas.
Obs.; não é necessário ter conta no Dropbox para baixar as aulas, basta fechar a caixa de diálogo que aparecer.
domingo, 27 de agosto de 2017
domingo, 13 de agosto de 2017
segunda-feira, 7 de agosto de 2017
domingo, 2 de julho de 2017
Formas de Energia e Transformações - Simulação.
A simulação abaixo visa a compreensão das formas de energia e suas transformações no cotidiano. Através de exemplos simples, é possível relacionar os fenômenos ao funcionamento de diversas usinas de geração de energia elétrica.
Necessário plugin do Java instalado, Caso não o tenha, clique aqui.
Necessário plugin do Java instalado, Caso não o tenha, clique aqui.
terça-feira, 13 de junho de 2017
Simulado Lançamento Horizontal - Física
Simulado de Física - Laçamento Horizontal
1) (CEFET) Uma bola de pingue-pongue rola sobre uma mesa com velocidade constante de 2m/s. Após sair da mesa, cai, atingindo o chão a uma distância de 0,80m dos pés da mesa. Adote g= 10 m/s, despreze a resistência do ar e determine:
a) a altura da mesa.
b) o tempo gasto para atingir o solo.
2) (PUC-SP) Um avião, em voo horizontal, está bombardeando de uma altitude de 8000 m um destróier parado. A velocidade do avião é de 504 km/h. De quanto tempo dispõe o destróier para mudar seu curso depois de uma bomba ter sido lançada ? (g = 10 m/s²)
3) (F.C.CHAGAS-SP) Um avião precisa soltar um saco com mantimentos a um grupo de sobreviventes que está numa balsa. A velocidade horizontal do avião é constante e igual a 100 m/com relação à balsa e sua altitude é 2000 m. Qual a distância horizontal que separa o avião dos sobreviventes, no instante do lançamento ? (g = 10 m/s²).
4) (UF-BA) De um ônibus que trafega numa estrada reta e horizontal com velocidade constante de 20 m/s desprende-se um parafuso, situado a 0,80 m do solo e que se fixa à pista no local em que a atingiu. Tomando-se como referência uma escala cujo zero coincide com a vertical no instante em que se inicia a queda do parafuso e considerando-se g = 10 m/s², determine, em m, a que distância este será encontrado sobre a pista.
5) (CESGRANRIO-RJ) Para bombardear um alvo, um avião em voo horizontal a uma altitude de 2,0 km solta a bomba quando a sua distância horizontal até o alvo é de 4,0 km. Admite-se que a resistência do ar seja desprezível. Para atingir o mesmo alvo, se o avião voasse com a mesma velocidade, mas agora a uma altitude de apenas 0,50 km, ele teria que soltar a bomba a que distância horizontal do alvo? Considere g = 10 m/s²
GABARITO
1) a) 0,8 m ; b) 0,4 s
2) 40 s
3) 2000 m
4) 8 m
5) 2000 m
Simulado Lançamento Oblíquo - Física
Simulado de Física – Lançamento Oblíquo
01. (AFA) Um projétil é lançado com velocidade inicial de 100 m/s, formando um ângulo de 45º com a horizontal. Supondo g = 10,0 m/s2, qual será o valor do alcance e a altura máxima atingidos pelo projétil? Despreze a resistência do ar.
02. (Faap-SP) Um projétil lançado para cima com ângulo de tiro 60º tem velocidade de 30 m/s no ponto culminante de sua trajetória. Calcule a velocidade do projétil ao retornar ao solo. (Dados: sen 60º = 0,87; cos 60º = 0,50.)
03. (UECE) Num lugar em que g = 10 m/s2, lançamos um projétil com a velocidade inicial de 100 m/s formando com a horizontal um ângulo de elevação de 30º. A altura máxima será atingida após:
a) 3 s
b) 4 s
c) 5 s
d) 10 s
b) 4 s
c) 5 s
d) 10 s
04. (Fesp-SP) Lança-se um projétil com velocidade de 40 m/s, formando um ângulo 30º com a horizontal.Desprezando-se a resistência do ar, ele atingirá a altura máxima após:
a) 1 s
b) 2 s
c) 3 s
d) 4 s
e) 5 s
b) 2 s
c) 3 s
d) 4 s
e) 5 s
05. (EFOA-MG) Um corpo é lançado obliquamente do solo, atingindo a altura máxima igual a 10 m e realizando alcance horizontal igual a 40 m. Podemos afirmar que o ângulo de tiro é:
a) 30º
b) 45º
c) 60º
d) 65º
e) 90º
b) 45º
c) 60º
d) 65º
e) 90º
06. (Mackenzie-SP) Seja T o tempo total de voo de um projétil disparado a 60º com a horizontal, e seja v0y = 200 m/s o valor da componente vertical da velocidade inicial. Desprezando a resistência do ar e considerando a aceleração da gravidade g = 10 m/s2, os valores da componente vertical da velocidade nos instantes t = T e t = T/2 são respectivamente:
a) zero; zero
b) zero; 200 m/s
c)200 m/s; zero
d) 200 m/s; 200 m/s
e) 200 m/s; 100 m/s
b) zero; 200 m/s
c)200 m/s; zero
d) 200 m/s; 200 m/s
e) 200 m/s; 100 m/s
07. (UERJ) Um projétil é lançado segundo um ângulo de 30º com a horizontal e com uma velocidade de 200 m/s. Supondo a aceleração da gravidade igual a 10 m/s2 e desprezando a resistência do ar, concluímos que o menor tempo gasto por ele para atingir a altura de 480 m acima do ponto de lançamento será de:
a) 8 s
b) 10 s
c) 9 s
d) 14 s
e) 12 s
b) 10 s
c) 9 s
d) 14 s
e) 12 s
08. (UFU-MG) Uma bola é chutada em uma direção que forma um ângulo de 45º com a horizontal. Desprezando-se os atritos com o ar, no ponto mais alto que a bola atinge, a intensidade de:
a) sua velocidade é zero.
b) sua aceleração é zero.
c) sua velocidade é mínima, mas diferente de zero.
d) sua aceleração é mínima, mas diferente de zero.
e) sua velocidade e sua aceleração têm módulos iguais.
b) sua aceleração é zero.
c) sua velocidade é mínima, mas diferente de zero.
d) sua aceleração é mínima, mas diferente de zero.
e) sua velocidade e sua aceleração têm módulos iguais.
09. (FCMSC-SP) Um canhão dispara uma bala, com ângulo de tiro 40º, em relação ao solo, que é plano e horizontal. Desprezando-se a resistência do ar, pode-se dizer que, durante o movimento do projétil:
a) sua velocidade se mantém constante.
b) a componente horizontal de sua velocidade se mantém constante.
c) sua aceleração muda de sentido, pois a componente vertical da velocidade muda de sentido.
d) a componente horizontal de sua aceleração varia uniformemente.
e) a trajetória é percorrida com velocidade constante, em módulo, embora com direção variável.
b) a componente horizontal de sua velocidade se mantém constante.
c) sua aceleração muda de sentido, pois a componente vertical da velocidade muda de sentido.
d) a componente horizontal de sua aceleração varia uniformemente.
e) a trajetória é percorrida com velocidade constante, em módulo, embora com direção variável.
10. (UFSCar-SP) Um vagão hermeticamente fechado e à prova de som encerra em seu interior um homem e trafega em um trecho reto de estrada. O homem lança uma moeda verticalmente para cima (em relação a ele) deixando-a cair em seguida. A partir dessa experiência considere as sentenças:
I – O homem não tem condições de descobrir se o trem está parado ou em movimento retilíneo uniforme porque, em ambas as hipóteses, a moeda descreve trajetória retilínea em relação ao vagão.
II – O sentido do movimento do vagão não pode ser determinado pelo homem, caso o vagão se mova com velocidade constante.
III – O homem tem condições de descobrir se o trem está acelerado.
Quais são as sentenças verdadeiras?
II – O sentido do movimento do vagão não pode ser determinado pelo homem, caso o vagão se mova com velocidade constante.
III – O homem tem condições de descobrir se o trem está acelerado.
Quais são as sentenças verdadeiras?
GABARITO
1
|
2
|
3
|
4
|
5
|
1.000 m;
250 m
|
60 m/s
|
C
|
B
|
B
|
6
|
7
|
8
|
9
|
10
|
C
|
A
|
C
|
B
|
Todas são
verdadeiras
|
Fonte: Vestbular1
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