quarta-feira, 16 de junho de 2010
Tecnologia nas escolas: giz e quadro negro não têm mais vez!
Uma sala de aula como essa, com um laptop para cada aluno, ainda é realidade distante da maioria das escolas do Brasil. O índice de inclusão digital do país é baixo, e segundo dados da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios realizada pelo IBGE, mais de 100 milhões de pessoas acima dos dez anos de idade nem sequer têm acesso à web. Isso representa mais da metade dos brasileiros com essa idade. Mas as novidades para o setor educacional não param de surgir e embora o nosso sistema ainda seja bastante atrasado em termos de tecnologia, as iniciativas mostram que há uma preocupação constante nessa área.
Um dos destaques são as carteiras de aula informatizadas. O hardware fixado à cadeira é uma forma de garantir a segurança e previne roubos dos computadores usados em sala de aula. E quando dobrado, o móvel volta a ser uma carteira normal, ocupando bem menos espaço.
“Essa carteira ela usa um equipamento interno que seria a parte do computador que se chama “Teen Claint”, esse equipamento não tem como ser utilizado na casa. Vamos supor que acontecesse de alguém assaltar a escola e querer levar esse equipamento para a casa, ele só funciona em rede, então quem roubou isso não vai ter uma rede para usar isso fora da sala de aula, ou seja, ela só tem utilidade mesmo em sala de aula”, explica Maurício Oppitz, Diretor da Opptis Soluções Tecnológicas.
A estrutura do equipamento também é adaptada para o uso de portadores de deficiência física. E ainda com a ideia de inclusão, um sistema conecta a lousa digital a um tablet e permite que o professor passe as informações aos alunos de onde ele estiver.
“Por um desafio de um cliente, nós acabamos migrando para uma linha de produtos para pessoas com necessidades especiais, onde houve o surgimento da carteira informatizada para cadeirante, então, essa carteira tem uma regulagem de altura, tem um espaço para a entrada do cadeirante, então ele consegue ficar tranqüilo e ergonomicamente correto junto à carteira. Da lousa digital, a gente tem o tablet também, que foi uma intenção de trazer o professor cadeirante para a sala de aula. Então, o professor pode andar por toda a sala e com esse tablet ele pode retornar a atividade de professor”, diz Nuno Berte, Gerente de Vendas da Oppitz Soluções Tecnológicas.
Um item que promete deixar para trás o tradicional sistema de lousa e giz e tem se desenvolvido cada vez mais são as lousas digitais. Esse software de realidade 3D, por exemplo, mostra com precisão detalhes do corpo humano e do sistema solar. E os professores garantem: isso ajuda muito no aprendizado.
E já pensou em fazer um curso e receber o comprovante da conclusão na mesma hora, já com a sua foto tirada na formatura? Os certificados digitais, além de garantirem a autenticidade do material por usarem o mesmo sistema de impressão das notas de dinheiro e passaportes possibilitam que o estudante receba o documento instantaneamente. Basta que ele tire uma foto e forneça sua impressão digital .
“Alí você faz a captura de quem você desejar e você faz a impressão do certificado com o papel de segurança na hora. Então, o aluno sai com o certificado da colação de grau, no mesmo dia. A gente faz a coleta dos dados na hora e faz a impressão do papel de segurança, na hora”, explica Sérgio Ricardo Medeiros, Gerente Nacional de Vendas da Thomas Greg & Sons
Essas novidades são só uma amostra dos desenvolvimentos tecnológicos que devem invadir as salas de aula nos próximos anos. Em nosso site você encontra uma série de matérias que falam sobre tecnologia aplicada à educação. Corra lá, faça uma busca em nosso acervo e fique por dentro do assunto! E aproveite para conhecer, também, o projeto Elementos. Trata-se de um curso gratuito via Internet, para preparar os professores para saber como lidar com a tecnologia na sala de aula.
Fonte: www.olhardigital.com.br, acessado em 16/06/2010 às 10:48.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Em que momento matamos os pequenos cientistas?
Escrito em abril 13, 2010 11:00 AM, por Breno Alves Guimarães de Souza
Trabalho em uma empresa que produz material didático de ciências para alunos do ensino fundamental. Esse material consiste de livros para cada série e um conjunto de componentes que serão utilizados na parte prática. Mas o importante é que este projeto está sendo implementados em escolas municipais e, com isso, tenho acompanhado algumas unidades escolares para ajudar nessa implementação.
Em algumas vistas, observamos aulas dadas pelos professores. Assim, podemos dar um retorno sobre possíveis intervenções que ajudam no andamento do conteúdo a ser dado. E foi em uma destas visitas que tive uma linda surpresa. A aula era dada para o 3° ano (antiga 2° série do primário) e tinha como tema tipos de solo. Na abertura da aula, os alunos fazem uma lista do que eles acreditam que podem encontrar quando analisarem uma amostra de solo e, em seguida, eles analisam (com o auxílio de uma lupa) uma amostra de terra de jardim. Eles viajam no que podem (ou desejam: escorpião, cobras...) encontrar no solo e, depois, são confrontados com o que realmente encontram.
No decorrer do prática, a professora perguntou: o que um cientista faz? Isto porque ela queria ver se os alunos conseguiriam refletir sobre as atividades que eles próprios realizaram. Eles pensaram sobre um assunto, fizeram hipóteses do que e do por quê poderiam encontrar no solo, analisam uma amostra e, finalizando, confrontavam com o que eles encontraram. Neste momento, uma aluna, no alto dos seus 10 anos de idade, responde a professora:
"Poxa professora, o cientista observa uma coisa, pensa sobre ela, depois
ele faz uma experiência. Aí ele confirma ou não o que tinha imaginado!"
Isso mesmo! 10 ANOS DE IDADE! De uma escola MUNICIPAL do Rio de Janeiro. Ela consegue descrever, simplificadamente, as etapas do pensamento científico. Coisa que alguns estudantes universitários, mestrando, doutorandos e professores universitários já esqueceram ou não são capazes de refletir sobre isso. Mas em que momento isso se perde? Qual caminho, entre essa garotinha de 10 anos e um pesquisador, é trilhado para que se perca essa reflexão?
Será que é um ensino fundamental que mata a criatividade de qualquer criança, tentando encaixá-las em moldes do que o mundo "corporativo" precisa? Ou será que um ensino médio adestrador para o vestibular (fórmulas, musiquinhas para decorar conteúdos simulados e outros dispositivos empobrecedores de gênios)? Ou será uma universidade distante do que a sociedade necessita da carreira (por exemplo, uma Biologia voltada para pesquisa acadêmica, enquanto os biólogos perdem espaço para engenheiros ambientais nas indústrias)? Ou uma pós-graduação preocupada somente em publicar artigos em revistas internacionais, renegando problemas nacionais para se encaixarem no assunto da "MODA" e conseguir mais um trofeuzinho no Lattes?
De onde saímos? Para onde vamos?
Isso me preocupa. Matamos milhares de mentes criativas todos os dias. Nosso sistema de ensino baseado em um professor palestrante cuspindo giz nos seus alunos é cruel. Nosso sistema de avaliação de pesquisadores é injusto. Sim, mas e aí? O que podemos fazer? Seremos marginais do status quo? Acredito que não, mas temos o dever de mostrar o outro lado. Estudar é interessante, alunos não são ignorantes (eles tem muito a dizer, mesmo os menores), passar no vestibular é importante, mas não viremos robôs e pesquisar é uma arte, mas querer ver cifrões como fim dos projetos é maluquice. Que discutamos, que reflitamos e que sejamos encorajados a isso por nossos professores e orientadores.
Mas aí que é o problema, pois se os que nos educam foram também educados dessa forma? É necessário a quebra de um paradigma educacional centenário e isso requer revolucionários de natureza dentro do sistema. Precisamos formar esses revolucionários, professores formando alunos críticos, orientadores formando pesquisadores críticos, em suma, cidadãos críticos formando cidadãos críticos. Procure pessoas assim, formem seu coletivo, se ajudem e fujam dos retrógrados, conformistas e pessimista. Pois como já dizia o poeta: Isso tem que começar em algum lugar, isso tem que começar em algum momento, que melhor lugar que aqui, que melhor momento que agora! (quero ver quem descobre o autor desse pensamento!) Pois senão, não tem como fugir:
Minha dor é perceber
Que apesar de termos
Feito tudo, tudo,
Tudo o que fizemos
Nós ainda somos
Os mesmos e vivemos
Ainda somos
Os mesmos e vivemos
Ainda somos
Os mesmos e vivemos
Como os nossos pais...
Belchior
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Número de falsos antivírus cresce, diz relatório do Google
LONDRES (28/04/2010) - Falso software antivírus está se tornando um problema cada vez mais comum na internet, com seus criadores usando métodos engenhosos para enganar os usuários e convencê-los a instalar os programas, de acordo com um novo relatório divulgado pelo Google.
A empresa conduziu um estudo ao longo de 13 meses que analisou cerca de 240 milhões de páginas web, e descobriu que 11 mil domínios estavam envolvidos na distribuição de flaso software antivírus. No total, este tipo de programa representa 15% do software malicioso na internet.
Há milhares de versões de falso software antivírus, mas todos funcionam com base na premissa de alertar os usuários de que seu computador está infectado com malware. O usuário é então convencido a comprar o software, que muitas vezes parece algo legítimo, mas simplesmente não funciona.
"Sites de falso software antivírus mais recentes estão usando código JavaScript complexo para imitar o visual e comportamento da interface de usuário do Windows", de acordo com o relatório do Google. "Em alguns casos, o software é capaz de detectar a versão do sistema operacional em uso na máquina do usuário e ajustar sua interface para que fique com aparência similar".
Os sites perguntam se o usuário quer limpar sua máquina, o que causa o download do falso software. Em vez de se disseminar usando vulnerabilidades no computador da vítima, os programas se espalham através de técnicas de engenharia social, diz o Google.
Os golpistas por trás do falso software antivírus frequentemente usam publicidade online atrelada a palavras-chave populares, embora o Google diga que filtra as URLs anunciadas para se livrar de endereços maliciosos.
O Google coloca estes domínios em uma "lista negra" e avisa seus usuários, mas os desenvolvedores de falso software antivírus trocam os domínios que hospedam seus programas cada vez mais rápido, para evitar o bloqueio.
Um domínio hospedando falso software antivirus era capaz de servir conteúdo por até 100 horas em abril de 2009, disse o Google. Mas este número caiu para menos de 10 horas em setembro de 2009, e menos de uma hora em janeiro deste ano.
"Esta tendência aponta para a rotação de domínios, uma técnica que permite aos malfeitores enviar tráfego para um número fixo de endereços IP através de múltiplos domínios", diz o relatório. "Tipicamente isto é conseguido configurando um número de domínios de fachada, seja como sites dedicados ou infectando sites legítimos, que redirecionam os navegadores para um intermediário sob controle dos criminosos".
O Google também descobriu que fabricantes legítimos de antivírus estavam tendo mais problemas para identificar os falsos programas devido a um elevado nível de "polimorfismo", uma técnica utilizada para fazer com que um aplicativo pareça ser único e evitar ferramentas de busca por malware.
Falsos programas antivírus não escapam da mira das entidades regulamentadoras. Após uma reclamação da Federal Trade Comission (FTC), uma corte distrital nos EUA ordenou duas empresas e seis pessoas a parar a venda de falsos produtos de segurança como WinFixer, WinAntivirus, DriveCleaner, ErrorSafe e XP Antivirus.
Como parte do caso, a FTC impôs uma multa de US$ 1.9 milhões a James Reno e sua empresa de hospedagem na web, a Bytehosting Internet Service de Ohio. Posteriormente, o valor foi reduzido para US$ 116.697 em junho de 2009.
Créditos: PC World
http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/04/28/numero-de-falsos-antivirus-cresce-diz-relatorio-do-google/
A empresa conduziu um estudo ao longo de 13 meses que analisou cerca de 240 milhões de páginas web, e descobriu que 11 mil domínios estavam envolvidos na distribuição de flaso software antivírus. No total, este tipo de programa representa 15% do software malicioso na internet.
Há milhares de versões de falso software antivírus, mas todos funcionam com base na premissa de alertar os usuários de que seu computador está infectado com malware. O usuário é então convencido a comprar o software, que muitas vezes parece algo legítimo, mas simplesmente não funciona.
"Sites de falso software antivírus mais recentes estão usando código JavaScript complexo para imitar o visual e comportamento da interface de usuário do Windows", de acordo com o relatório do Google. "Em alguns casos, o software é capaz de detectar a versão do sistema operacional em uso na máquina do usuário e ajustar sua interface para que fique com aparência similar".
Os sites perguntam se o usuário quer limpar sua máquina, o que causa o download do falso software. Em vez de se disseminar usando vulnerabilidades no computador da vítima, os programas se espalham através de técnicas de engenharia social, diz o Google.
Os golpistas por trás do falso software antivírus frequentemente usam publicidade online atrelada a palavras-chave populares, embora o Google diga que filtra as URLs anunciadas para se livrar de endereços maliciosos.
O Google coloca estes domínios em uma "lista negra" e avisa seus usuários, mas os desenvolvedores de falso software antivírus trocam os domínios que hospedam seus programas cada vez mais rápido, para evitar o bloqueio.
Um domínio hospedando falso software antivirus era capaz de servir conteúdo por até 100 horas em abril de 2009, disse o Google. Mas este número caiu para menos de 10 horas em setembro de 2009, e menos de uma hora em janeiro deste ano.
"Esta tendência aponta para a rotação de domínios, uma técnica que permite aos malfeitores enviar tráfego para um número fixo de endereços IP através de múltiplos domínios", diz o relatório. "Tipicamente isto é conseguido configurando um número de domínios de fachada, seja como sites dedicados ou infectando sites legítimos, que redirecionam os navegadores para um intermediário sob controle dos criminosos".
O Google também descobriu que fabricantes legítimos de antivírus estavam tendo mais problemas para identificar os falsos programas devido a um elevado nível de "polimorfismo", uma técnica utilizada para fazer com que um aplicativo pareça ser único e evitar ferramentas de busca por malware.
Falsos programas antivírus não escapam da mira das entidades regulamentadoras. Após uma reclamação da Federal Trade Comission (FTC), uma corte distrital nos EUA ordenou duas empresas e seis pessoas a parar a venda de falsos produtos de segurança como WinFixer, WinAntivirus, DriveCleaner, ErrorSafe e XP Antivirus.
Como parte do caso, a FTC impôs uma multa de US$ 1.9 milhões a James Reno e sua empresa de hospedagem na web, a Bytehosting Internet Service de Ohio. Posteriormente, o valor foi reduzido para US$ 116.697 em junho de 2009.
Créditos: PC World
http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/04/28/numero-de-falsos-antivirus-cresce-diz-relatorio-do-google/
segunda-feira, 26 de abril de 2010
A história da Internet em um container.
Conhece o site Archive.org? Ele é uma espécie de máquina do tempo, biblioteca e cemitério da Internet, tudo num mesmo lugar. Nele, você consegue saber o layout e as informações publicadas em todos os sites da internet em alguma data do passado, inclusive a primeira versão do Olhar Digital, olha lá!
Recentemente, a SUN patrocinou a hospedagem desse site e hospedou todos os seus servidores dentro de um único container. Agora, toda a história da internet está guardada em uma única caixa. Confira!
Fonte: www.olhardigital.com.br
Recentemente, a SUN patrocinou a hospedagem desse site e hospedou todos os seus servidores dentro de um único container. Agora, toda a história da internet está guardada em uma única caixa. Confira!
Fonte: www.olhardigital.com.br
De onde vem? A Energia Elétrica.
Série da TV Escola que explica de uma forma bem dinâmica diversas curiosidades científicas.
sábado, 31 de outubro de 2009
O mês de outubro!
Neste mês de outubro em nosso laboratório exploramos duas questões importantes no cotidiano: a paz no trânsito e a preservação da água. Os alunos interagiram bastante nas atividades propostas. Eu acredito que uma semente foi plantada para que no futuro, estes nossos alunos possam ser cidadãos comprometidos.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Band News Ao Vivo! autoplay
Canal de Notícias da TV Band. Notícias do Brasil e do mundo.
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Até mais!
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Criando um blog.
Aluno,
você está convidado a criar um blog. Um blog é uma espécie de diário virtual, onde o autor insere textos, que são chamados de posts, e estes são ordenados cronologicamente. O blog que você criará será com o tema à sua escolha! Você pode optar por música, games, teatro, religião, artistas, enfim, o que você se sentir motivado a pesquisar!
O objetivo principal deste trabalho é empreender uma pesquisa mais profunda possível sobre o seu tema, utilizando meios como livros, revistas, sites ou até mesmo outros blogs. Sempre citando suas fontes.
Então maos à obra!!!
você está convidado a criar um blog. Um blog é uma espécie de diário virtual, onde o autor insere textos, que são chamados de posts, e estes são ordenados cronologicamente. O blog que você criará será com o tema à sua escolha! Você pode optar por música, games, teatro, religião, artistas, enfim, o que você se sentir motivado a pesquisar!
O objetivo principal deste trabalho é empreender uma pesquisa mais profunda possível sobre o seu tema, utilizando meios como livros, revistas, sites ou até mesmo outros blogs. Sempre citando suas fontes.
Então maos à obra!!!
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